AIPI OFFSHORE - DETALHES DO SERVIÇO
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Inspecção de Acesso por Corda

API510 & 570 levantamentos de equipamentos pressurizados

A AIPI – Offshore realiza levantamentos técnicos e inspeções em equipamentos pressurizados de acordo com os códigos API 510 (Pressure Vessel Inspection Code) e API 570 (Piping Inspection Code), utilizando técnicas de acesso por corda para alcançar locais de difícil acesso sem necessidade de andaimes ou plataformas elevatórias. Estes levantamentos destinam-se a vasos de pressão, permutadores de calor, colunas, reatores, esferas e sistemas de tubagens industriais, garantindo a conformidade regulamentar, a segurança operacional e a extensão da vida útil dos ativos. O serviço é executado por inspetores certificados API 510 e API 570, com equipamentos calibrados e rastreáveis.

Descrição

Os códigos API 510 e API 570 estabelecem os requisitos mínimos para inspeção, classificação, reparação e alteração de equipamentos pressurizados e tubagens em serviço, sendo amplamente adotados no setor de Oil & Gas, refinarias, petroquímica e termoelétricas. A execução dos levantamentos por acesso por corda permite inspecionar todas as zonas dos equipamentos (incluindo regiões elevadas, suportes, zonas de corrosão sob isolamento, soldaduras de longarina e circunjacentes) com redução significativa de custos e tempo de paragem. Os detalhes do serviço são os seguintes:

Planeamento da inspeção conforme API 510 ou API 570: Definição, com base no histórico do equipamento, nas condições de serviço (fluido, temperatura, pressão), nos mecanismos de dano identificados (corrosão, erosão, fadiga, SCC, corrosão sob tensão, HIC, etc.) e nos intervalos regulamentares exigidos, do escopo detalhado da inspeção (locais críticos, métodos de END, percentagem de cobertura, frequência).

Inspeção visual externa e interna (quando aplicável): Verificação de condições como corrosão generalizada, corrosão puntiforme (pitting), amolgadelas, fissuras, desalinhamentos, deformações, perda de revestimento, isolamento danificado (sujeito a CUI), fugas ativas, condições de suportes e ancoragens, e estado de válvulas, flanges e acessórios.

Ensaios não destrutivos (END) de campo: Execução de medições de espessura por ultrassons (UTM) em grelha sistemática, além de ensaios complementares conforme necessário: MT (fissuras superficiais), PT (descontinuidades abertas), UT convencional ou Phased Array (descontinuidades internas e medição de espessura de paredes com acesso por um só lado), dureza, réplica metalográfica (quando aplicável), e PEC para CUI (se isolado).

Cálculo da espessura mínima requerida (t_min) e vida remanescente: Com base nos dados de medição, nas dimensões originais (ou de construção) e na taxa de corrosão determinada (histórica ou estimada), determinação da espessura mínima teórica exigida pelo código (t_min) para a pressão e temperatura de projeto, e cálculo da vida remanescente do equipamento (anos até atingir t_min). Classificação das áreas em função da severidade da perda de espessura.

Determinação da data da próxima inspeção: Conforme API 510 (para vasos) ou API 570 (para tubagens), definição do intervalo máximo até à próxima inspeção (tipicamente 5 ou 10 anos, podendo ser reduzido para 3 ou 2 anos se a taxa de corrosão for elevada ou os mecanismos de dano forem agressivos).

Avaliação de defeitos (para tubagens API 570): Aplicação dos critérios de aceitação/rejeição do código para descontinuidades como perda de espessura localizada (áreas corroídas), defeitos de soldadura (incluindo desalinhamento, mordeduras, falta de penetração) e indentificações mecânicas. Quando aplicável, realização de análise de tensões (nível 1, 2 ou 3) para justificar a continuação em serviço sem reparação.

Relatório de inspeção conforme API: Elaboração de relatório final (em formato aceite pelo cliente e, quando exigido, pela entidade reguladora ou companhia de seguros) contendo: dados de identificação do equipamento, esquema de identificação de áreas e pontos de medição, resultados das medições UTM (tabelas e mapas de espessuras), resultados dos ensaios END complementares (em anexo), determinação da espessura mínima requerida (t_min), taxa de corrosão e vida remanescente calculada, data recomendada para a próxima inspeção, listagem de não conformidades (defeitos que requerem reparação ou monitorização) com recomendações detalhadas (reparação por soldadura, remoção e substituição, instalação de manga, redução de pressão de operação, aumento da frequência de inspeção).

Apoio no plano de reparações (quando aplicável): Assistência técnica na especificação do procedimento de reparação (conforme API 510 ou API 570 e ASME PCC-2), na qualificação de procedimentos de soldadura (WPQ/WPS) e na inspeção final pós-reparação, incluindo testes de estanquidade (pressão hidrostática ou pneumática, quando exigido).

O serviço cumpre integralmente os requisitos da API 510 (12ª Edição ou mais recente) e API 570 (5ª Edição ou mais recente), bem como as normas ASME VIII (construção de vasos), ASME B31.3 (tubagens de processo) e ASME PCC-2 (reparação de equipamentos pressurizados). Os inspetores são certificados API 510 e API 570, renovando periodicamente a certificação conforme exigido pela API (a cada 3 anos). Os equipamentos de END são calibrados com certificados de rastreabilidade e os técnicos de acesso por corda possuem certificação IRATA/SPRAT. É emitido relatório final completo e as recomendações técnicas são priorizadas por nível de criticidade (ação imediata, próximo desligamento, monitorização sob condições especiais).